domingo, 30 de novembro de 2014

Rosário Poderoso



A Medalha Milagrosa da
Ciência da Felicidade


Ingressei na Ciência da Felicidade em 31/05/1998, ali no bairro do Rio Comprido, próximo à Universidade Estácio de Sá, na residência da sra. Chieko.

Um dia o telefone lá em casa soou e a própria me fez o convite. Estava vindo de SP o missionário Sr. Saito. Era noite e foi um belo jantar.

Fui o primeiro residente (que não tem ascendência nipônica, pelo menos nesta vida) no RJ a me filiar a esta Linhagem. Com muita alegria e satisfação rendi homenagens e reverências ao Buda, ao Darma e a Sanga. Desde então tenho estudado os ótimos livros do mestre Ryuho Okawa.

Nesta noite da iniciação verifiquei que o sr. Saito tinha um medalhão ao pescoço, outras pessoas também tinham. Achei bonito, mas só adquiri o meu em 25/05/2014, no Templo do RJ, no Largo do Machado, justamente para comemorar o mês de maio que é o mês de Vesak, o mês de Buda, dentro da tradição do Budismo Theravada, onde fiz a primeira iniciação, no Darma, em janeiro de 1972.

Com os três livrinhos de Preces eu praticava e pratico diariamente este belo Caminho da Ciência da Felicidade.

Pois muito bem...

Recentemente, uma noite, eu estava dormindo... e minha esposa ao lado. Acordei com muita dor no peito, nos pulmões, não sabia o que era, nunca tinha sentido aquela dor. Esperei um pouco para ver se passava, não passou. Não quis acordar minha mulher.

Então, levantei-me com cuidado, fui até a gaveta, onde guardo a pequena medalha da Ciência da Felicidade, dentro da caixa e do pequeno estojo. Voltei para a cama, deitei, procurei relaxar e me veio a intuição de passar a caixa sobre o tronco, como se fosse uma massagem, levemente, como se fosse o sabonete.

A intuição me disse que a medalha é poderosa e mesmo estando dentro de um belo estojo e envolvida pela caixa de fino papelão surtiria o efeito desejado e... de fato...

Momentos depois senti que a dor passou e voltei a dormir sem problemas, até a manhã seguinte.

Fiquei observando a tal dor que não mais apareceu... outro dia reapareceu levemente, mas só em pensar em pegar a Medalha e fazer o mesmo procedimento, o incômodo passou.

Outro dia fiz uma bateria de exames... tenho 62 anos e foi diagnosticado que o meu ácido úrico está muito alto, o que pode causar uma doença chamada “gota” que o médico disse, dói muito.

Nas minhas orações fervorosas tenho pedido a El Cantare que me ajude a ter forças e manter a saúde para que possa divulgar através da Literatura, dos meus blogs e twitter a Ciência da Felicidade.

Gratidão imensa ao Mestre Okawa e aos Anjos da Guarda da Ciência da Felicidade que protegem os praticantes, amigos e simpatizantes da Linhagem.

- Esta vivência de Fé falei ontem no Templo do Rio de Janeiro, mais ou menos às 17:30 horas, durante a reunião de jovens. Agradeço a eles que me receberam com sorrisos nos seus abençoados e belos rostos.




sábado, 22 de novembro de 2014

Anjo do Dharma



O Anjo Budista


Em seu novo livro “As Leis da Perseverança” publicado no Brasil, o médium budista japonês Ryuho Okawa, na página 90, nos fala do monge Gyoki (678-749). Viveu na cidade de Nara, Japão; era e é um ser elevadíssimo.

É um bodhisatva, considerado um anjo, nos padrões ocidentais. Okawa diz que ele é um Espírito da 7ª dimensão
Espiritual.

O Dicionário Budista, diz que ele também era conhecido como Gyogi. Pertencia à linhagem Hosso, que tem adeptos ainda hoje. As origens desta Escola Budista estão na Índia com os famosos monges e irmãos Asanga e Vasubandhu. Os dois fizeram uma “revolução teológica (budológica)” e criaram a linhagem Yogacara ou Yogacharya. A linhagem Hosso também bebeu na fonte da linhagem chinesa “Características do Dharma”.

Gyoki enfatizava muito a vivência da Compaixão no dia a dia. Em sua homenagem vamos ler uma estrofe do Sutra Lótus:

“E num único instante
Este raio de luz iluminou
Na região do oriente
Todos os seus 18 mil mundos:
Todos os mundos adquirem cor de ouro”.

Comentário:

1º verso: a todo momento, em qualquer lugar que esteja o praticante, ele se conecta com Gyoki através da fé.

2º verso: esse raio de Luz veio do próprio Buddha Primordial e preencheu a vida de Gyogi que abençoa os alunos do Dharma.

3º verso: Isso acontece na região do Oriente, mas hoje, como temos muitos discípulos budistas espalhados no Ocidente essa Luz abençoada também nos chega.

4º verso: 18 mil mundos são os planos espirituais que o Anjo do Dharma Gyogi visita com suas bênçãos. Claro que existem muitos outros planos siderais.

5º verso: por onde o Venerável Gyoki passa, sua Iluminação faz com que o local transforme-se simbolicamente em ouro.

Hoje, 22/11/2014, é Lua Nova, que as bênção búdicas de Renovação da Lua Nova estejam com todos nós, praticantes do Dharma, felizes e agradecidos a Mestre Gyoki, que era um conceituado abade, no Templo Yakushi, dedicado ao Buda da Medicina.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Meditação Mahikari



Reflexão Mahikari


“Apesar de eu ter densas impurezas espirituais, negatividades e insuficiências, não senti qualquer censura por parte de Oshienushisama; ele era a personificação do amor e da bondade. Durante sua transmissão de ensinamento, enfatizou a importância de sorri, de transmitir Luz e de ter gratidão. Também disse que o Grupo de Jovens era radiante.

Durante a Visita de Luz do Oshienushisama, tive um despertar espiritual: a dedicação a Deus que fazemos de maneira oculta, sem que ninguém saiba, é verdadeiramente preciosa. Creio que o que mais importa para Deus é o quanto, de cada dia, vivemos o amor ao próximo; e hoje, o que verdadeiramente importa na minha vida é ter Deus como centro. Por isso, sei que ainda tenho muito a evoluir.

(...) Foi uma das mais belas oportunidades de estarmos juntos ao nosso sagrado Mestre. Cada um de nós recebeu dele a semente de Luz, yokattane, através do seu aperto de mão. Ele nos disse que a semente de Luz nunca desaparecerá e nos pediu que a compartilhássemos com todos. E o diretor da sede (... de Londres) nos incentivou a cultivar a semente de Luz por meio da imposição de mão e do otimismo. A Luz que sai da minha mão parece mais forte desde aquele dia.”

- trecho da vivência de fé de uma jovem praticante indiana, que reside na Inglaterra.

- revista Sukyo Mahikari, páginas 53 e 54, nº 212, novembro/2014.

- A experiência com Deus bem pode ser pessoal, sem muita gente em volta, sem badalação, sem grandes templos, na antecâmara do Silêncio entre você e o Criador, no seu coração, na sua mente, no seu ser, na sua alma.


sábado, 8 de novembro de 2014

No mais amplo dos sentidos



Graças a Deus !


Hoje, na palestra das 15 horas, na Igreja PL de Botafogo, tivemos a honrosa visita de receber o mestre Macedo, da Igreja PL da Penha, RJ.

Casa lotada, parabéns por isso à mestra Tânia, que coordena a Igreja de Botafogo. Antes de vir para o Rio, ela era mestra no Seminário, que forma os mestres a assistentes de mestres, em Arujá, SP.

Entre outros assuntos, mestre Macedo falou um tema importante, mas que poucos se dão conta. Quando falamos “Graças a Deus”, nem sempre temos consciência da amplidão destas palavras. Ora, se partirmos do princípio de que Deus criou tudo, então Graças a Deus é Graças a Tudo.

Graças à Natureza, Graças ao Ecossistema, Graças ao Sol. Graças à Lua etc.

Ele também lembrou que para nos libertarmos de muitas desvirtudes que possuímos, devemos chegar na frente no Omitamá (altar da PL, um sol com 21 raios) ou Aramitamá, um Omitamá provisório que os praticantes recebem e assim fazermos as nossas preces solicitando Energias e Esforços para seguirmos adiante na superação dos problemas.

Como Omitamá e Aramitamá são objetos sagrados da PL o praticante vai receber boas bênçãos, que nós chamamos Shikiri.

Ele também falou sobre Crise Econômica e disse que devemos ver a mesma como Obra Divina, uma forma, um aviso, um recado, um ensinamento para ficarmos mais simples, não escorregarmos no consumismo e ficarmos mais atentos ao que, de fato, necessitamos comprar, evitando seguir o que dizem as propagandas.

sábado, 1 de novembro de 2014

Prece das Águas



Devas das Águas


Espíritos Elementais das Águas ou
Espíritos Elementares das Águas
Estamos precisando de vocês
Que Águas apareçam abundantes
Nas cabeceiras dos rios
E tenhamos água preciosa
Nesse imenso Brasil.

Chega de seca, vamos chover
Vamos fazer chover.
Sem estardalhaço
Sem aquelas águas de março
Sem enchentes, tristezas e dores.

Chuva e sol, equilibrados
Caminho do meio para
Chuva e sol, precisamos.

Devas, Espíritos dos Águas
Reverências, Gratidão
Pedimos permissão
Para esta petição.

Senhor Buddha
Primordial
Água é
Fundamental.

Perdoe nossas
Ignorâncias
Abençoa-nos com
Tuas Fragrâncias.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

A Monja Budista e o Diabo



Poética do Demônio


Demônio aqui é no sentido budista, também conhecido em língua páli, a língua que o Buddha falava no século 6 antes da Era Comum (Cristo), uma variante do sâncrito.

O termo que a Budologia usa é “Mara”. Nada tem a ver com o Diabo do Ocidente. “Mara” é uma faceta de todos nós, que ainda não despertamos para a Espiritualidade (Iluminação).

Deste modo, de acordo com as nossas ações e os 6 sentidos (os 5 sentidos mais a mente), podemos ser um Bodhisatva (aprendiz de Buda) ou Mara. São as faces Positiva e Negativa de nossa Existência.

Por outro lado, no Budismo, as noções de inferno são temporárias, nada tem de eterno, pois tudo passa...

Em muitos textos do Cânone Páli, as Escrituras Budistas, encontramos o próprio Buddha e seus discípulos, às vezes, conversando com Mara, aqui no sentido de um Espírito do Mal, que os espíritas e espiritualistas chamam de Obsessor. Claro que Buddha e seus discípulos sempre vencem os debates, mas é natural que ele, o Mal, sempre volte, enquanto este planeta Terra, for uma escola de aprendizado da Luz Superior, um mundo de provas e expiações.

Muitas partes do Tipitaka Páli estão em versos, pois foram recolhidos a partir da Tradição Oral, eram em versos, rimados, para facilitar a memorização. Deste modo, encontramos versos, estrofes e poesias com o Demônio Mara conversando com os praticantes budistas: leigos e monges.

Vejamos um item que está na página 418, do ótimo livro “Ensinamentos do Buda”, compilados por Nissin Cohen, falecido em 2009, grande estudioso do Darma.

O trecho nos fala sobre a monja Somã, filha do capelão do rei Bimbisara, da cidade de Maghada. Ela era considerada iluminada, isto é, atingira um alto grau de santidade.

Belo dia, após o almoço, a sacerdotisa foi meditar na floresta. Vendo-a sozinha o Espírito Mara resolveu atrapalhar a meditação, tentando fazer-lhe medo, estupefação e horripilação.

O Maléfico ficou invisível e pronunciou a estrofe:

“ Esta condição a ser atingida
Pelos videntes, que é difícil de ser obtida,
Não é possível de ser alcançada
Por uma mulher de sabedoria apoucada”.

Somã percebeu intuitivamente que a voz do fantasma era Mara e também respondeu-lhe em versos:

“O que a natureza feminina importa
Quando a mente está estável (e concentrada),
Quando o conhecimento flui continuamente
E alguém vê corretamente o Darma (Doutrina)?
Para alguém que pense assim:
“Eu sou uma mulher”, ou “Eu sou um homem”                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                     
Ou “Eu sou qualquer coisa” –
Para esse é apropriado Mara dirigir-se”.

Compreendendo que fora descoberto, o Demônio ficou envergonhado e retirou-se.

Comentário:

Foi mesmo um espírito? Acreditamos que sim, e logo de início avistamos o machismo do Diabo, pensando que uma mulher não pode atingir um alto grau de Espiritualidade. E a monja, com sabedoria, responde que os estudantes da Doutrina Búdica estão além desses rótulos: mulher, homem ou qualquer coisa...

Por outro lado, se ela era iluminada, fica difícil deduzirmos que poderia ser um pensamento preconceituoso da religiosa, sobre sua condição feminina, pois os iluminados vivem em plena atenção e não tem esse tipo de raciocínio negativistas, isso é da condição da pessoa comum. E ela já havia transcendido essa condição.

Daí que o mais provável é a abordagem do primeiro parágrafo.

A curiosidade do texto é que tanto o Satanás quanto a monja, eram poetas, daí a chamado do título para fazermos os estudos de Poética.